Com publicações em livros, revistas, entre outros, o trabalho de  Izolag está presente em galerias e coleções pelo mundo, apresentando técnicas e estilos diversificados.

Izolag já teve exposições no Brasil, Alemanha, Holanda, Estados Unidos, Bélgica e  Austrália , estando em coleções

particulares desde 2006.

Também esteve em Bienais, foi convidado pela ONU a participar da exposição Encontro das Áfricas - ONU

(Organização das Nações Unidas), no Rio de Janeiro.

Izolag atua a longo tempo, na área de identidade visual, capas de disco, palcos, e murais, já fez projetos com

grandes nomes como NIKE, APPLE entre outros.

Nascido no Rio de Janeiro se interessou por desenho e pintura ainda criança, na Bahia, onde cresceu,

cursou artes plásticas e aprofundou as pesquisas em graffiti, stencil, poster e caligrafia, tornando-se

peça fundamental da técnica stencil. Ficou conhecido pela utilização da técnica em grandes

proporções e comdiversas camadas de cores, criando uma ilusão mais realista das imagens. Além

o artista é conhecido por destruir suas gravura após uma única utilização, é  um dos pioneiros no

Brasil, em 2013, inventou uma nova técnica de stencil com linhas em ângulos usando material

reciclado que em 2014 possibilitou a construção do maior stencil do mundo, a maior gravura já feita

na história, no centro do Rio de Janeiro.

O artista aborda o mundo em sua volta, através da captura de imagens que faz, pode se perceber sua

passagem por diversos lugares observando sua produção, seja os meninos no agreste pernambucano,

pescadores da Bahia, o cotidiano carioca, os moradores de rua e trabalhadores em São Paulo, já no

South Bronx (NY) o artista retratou as pessoas e suas influências, as quais deram origem a cultura Hip Hop,

ou seja,a produção é um espelho do que o artista observa.

Atualmente morando na Bahia, faz pesquisas e projetos em pequenas comunidades, revertendo parte de seus

lucros num projeto que chama Arte pela Humanidade, no qual a venda de desenhos originais são direcionada a

compra de materiais de criação, como, papéis, lápis de cor, pincel, tinta, cadernos etc. Assim levando mais que arte as

comunidades mas também possibilidade de criar através de suas raízes.

 

 

With publications in books, magazines, among others, the work of Izolag is present in galleries and collections around the world, presenting diverse techniques and styles.

Izolag has had exhibitions in Brazil, Germany, Holland, United States, Belgium and Australia, having been in private collections since 2006.

He was also in Bienais, was invited by the UN to participate in the exhibition Encuentro das Áfricas - ONU (United Nations) in Rio de Janeiro.

Izolag has been working for a long time, in the area of ​​visual identity, disc covers, stages, and murals, he has already done projects with big names like NIKE, APPLE and others.

Born in Rio de Janeiro, he became interested in drawing and painting as a child, in Bahia, where he grew up, studied plastic arts and deepened his research in graffiti, stencil, poster and calligraphy, becoming a fundamental piece of the stencil technique. He was known for using the technique in large proportions and with several layers of colors, creating a more realistic illusion of the images. In addition the artist is known for destroying his engraving after a single use, he is one of the pioneers in Brazil, in 2013, he invented a new technique of stencil with angled lines using recycled material that in 2014 made possible the construction of the largest stencil in the world, largest engraving ever made in history, in the center of Rio de Janeiro.

The artist approaches the world around him, through the capture of images that he makes, one can perceive his passage through several places observing its production, be it the boys in the agreste of Pernambuco, fishermen of Bahia, daily life in Rio, the street dwellers and workers in São Paulo, in the South Bronx (NY), the artist portrayed the people and their influences, which gave rise to Hip Hop culture, that is, production is a mirror of what the artist observes.

Currently living in Bahia, he does research and projects in small communities, reverting part of his profits in a project called Art for Humanity, in which the sale of original drawings are directed to the purchase of creative materials such as paper, colored pencils, brush, ink, notebooks etc. Thus taking more than just the art communities but also possibility to create through its roots.